Questionada sobre as greves que já conturbam o serviço público – professores federais, funcionários do Itamaraty, do Ministério da Saúde e outros segmentos já paralisaram, além de outras categorias que podem aderir em breve –, Ideli disse que não há condições para novos aumentos.
A ministra lembrou que uma medida provisória enviada no mês passado ao Congresso prevê reajustes para um milhão de servidores do Executivo. A maior parte das categorias, no entanto, não foi contemplada e as greves podem se alastrar. Só se esqueceu de dizer que a MP substituiu um projeto de lei enviado ao Congresso no ano passado, que não foi votado.